quarta-feira, 13 de abril de 2016

Instrumento de avaliação para a 6ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA

Caros colegas
Seguem, nas imagens abaixo, os instrumentos de avaliação apresentados durante a formação e que servirão como critérios para avaliação dos projetos.
Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.




segunda-feira, 11 de abril de 2016

Feira do Conhecimento – Escola Municipal Jonas Barcellos Corrêa



  Fui convidado a participar, no dia 09 de abril, sábado último, pela professora Cinara (que frequenta as formações para a 6ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA), de um evento na Escola Municipal Jonas Barcellos Corrêa, na regional Barreiro. A Feira do Conhecimento, cuja temática foi o Aedes aegypti. Um tema pertinente, um grande problema. Uma viagem maravilhosa propiciada pela criatividade de professores e alunos. Pude perceber um grande envolvimento de todos no processo. Uma escola que tem uma comunidade participante. Jogos criados no chão da escola e que abordavam claramente a temática proposta. A trilha do Aedes aegypti e o túnel do conhecimento. Apresentações musicais com letras que representavam paródias com ritmos variados como funk, rock e samba. Maquetes criativas ilustravam o problema e chamavam atenção para os cuidados para com a prevenção das doenças disseminadas por estes insetos. A escola fervilhou alegria com um número surpreendente de participantes. Esta alegria foi evidente nas feições e atitudes, desde a diretora até os alunos. O protagonismo dos estudantes foi evidente. Eles orientaram as pessoas nos jogos, ensinaram a fazer repelentes caseiros, explicaram seus trabalhos com desenvoltura, dançaram e, de quebra, visitaram as exposições dos colegas. As exposições eram repletas de produções dos estudantes, fruto de um envolvimento claro dos docentes.
Parabéns à direção e, é claro, à professora Cinara.
Muito obrigado pelo convite.

 


Preparativos para o evento.
O túnel do conhecimento.
A Geografia do Aedes aegypti.
Repelente caseiro.
 
Direção que veste a camisa.

Alunos ensinam alunos.


Dominó do Aedes aegypti


Trilha do Aedes aegypti. Alunos fantasiados de mosquito orientam jogadores. Diversão e aprendizado.
 



Foto com a professora Cinara. Parabéns colega!!!












sexta-feira, 1 de abril de 2016

REUTILIZAR OU NÃO GARRAFAS PET?



DIOXINA EM GARRAFAS DE PET? SAIBA MAIS

Qui, 01 de Dezembro de 2011 00:26
POR QUE A COCA-COLA ESTÁ VOLTANDO COM AS GARRAFAS DE VIDRO? DIOXINA CARCINOGÊNICA CAUSA ESPECIALMENTE CÂNCER DE MAMA.

Não congele a sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso provoca a liberação de dioxina do plástico. Edward Fujimoto, médico do Castle Hospital, foi entrevistado por um programa de TV, explicando este alerta de saúde. Ele é o gerente do Programa Bem Estar, que visa a promoção de Saúde do Hospital. Ele falou sobre a Dioxina e seu risco de saúde para nós. Ele mencionou que não devemos esquentar alimentos em vasilhames de plástico no forno de microondas. Isto é aplicável para alimentos que contém gordura. Ele mencionou que a combinação de gordura, alta temperatura e plástico libera a dioxina no alimento e, por fim, vai parar nas células do nosso corpo.
Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos. Ele recomenda o uso de refratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer alimentos. Você tem o mesmo resultado... sem as dioxinas.

Sopas Lámen que adicionam água quente ao invólucro de isopor, ou qualquer tipo de comida semi-pronta/congelada com invólucro plástico, próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas para outro tipo de vasilhame mencionado acima e aquecidas. Invólucro de papel não é ruim, mas não sabemos o que o papel pode conter, então, seria mais seguro usar refratário de vidro, pirex ou porcelana.

Vocês devem se lembrar quando alguns restaurantes fast-food Mac donalds trocaram o invólucro de isopor pelo de papel. O problema da Dioxina seria um dos motivos.

A COCA-COLA REBATE

Não há qualquer base científica que comprove ou que sugira que garrafas de PET venham a liberar dioxinas em presença de líquidos congelados.
Dioxinas são compostos produzidos a temperaturas extremamente elevadas, acima de 370º C. Elas não se formam à temperatura ambiente ou de congelamento.
O PET (polietileno tereftalato) usado na fabricação de garrafas de refrigerantes, mesmo quando incinerado, não forma dioxina.
Os produtos gerados da queima de uma embalagem PET são principalmente, água, dióxido de carbono – um gás encontrado na atmosfera que, também, é consequência de nossa própria respiração, além de traços de metano, etileno, acetaldeído e ácido tereftálico. Nenhuma destas substâncias é tóxica nos níveis liberados por uma garrafa de PET quando incinerada.
A maior parte das bebidas não alcoólicas, inclusive água, produzida no Brasil, se utilizam das embalagens de PET que contou com diversos estudos, pesquisas e normas antes de ser certificado como um plástico seguro para o uso e com ampla utilização em todo o mundo.
Os testes realizados nas embalagens de PET tanto pelos laboratórios de controle de todo o mundo como por laboratórios de pesquisa de universidades e de institutos atestam que não há migração de substâncias tóxicas como dioxinas e outras para os líquidos contidos nestas embalagens.
No Brasil, o Ministério da Saúde autoriza o PET para diversas aplicações de acondicionamento de alimentos e bebidas. As normas brasileiras seguem rígidos padrões internacionais as quais têm que ser respeitadas pelos produtores de embalagens.


Disponível em: http://cofemac.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3313&Itemid=9999. Acesso 01/04/2016


INFOESCOLA

As principais fontes de dioxina são os incineradores de lixo hospitalar e doméstico e as queimadas desregradas. Outras fontes englobam os processos industriais que utilizam cloro para produzir resina plástica PVC (polivinil cloreto), agrotóxicos e fábricas de celulose que usam o cloro para clarear a polpa para produzDisponível em: ir papel branco.
A alimentação representa a maior fonte de exposição dos humanos à dioxina, sendo a carne, os laticínios e os peixes os principais produtos alimentícios contaminados. Os animais terrestres absorvem a dioxina a partir do pasto que consomem, sendo estes contaminados pela dioxina encontrada na atmosfera ou pela mesma que se fixa nos solos e nas plantas. Desta forma, há o acúmulo desta substância na musculatura e órgãos dos animais que, posteriormente, são utilizados na alimentação humana.
Sabe-se que a dioxina pode ser carregada pelo vento por longas distâncias do local onde foram geradas. Estudos apontam que a população que vive no Ártico apresenta elevado nível de dioxina em seu organismo, mesmo estes indivíduos estando tão longe das principais fontes geradoras de dioxina.
Estudos evidenciam que a exposição à dioxina ocasiona diversos efeitos negativos sobre o organismo, como malformações fetais, câncer, diabetes, atraso do desenvolvimento mental, endometriose e anormalidades no sistema imunológico. Mais preocupante ainda é que um estudo recente apontou que a população de países industrializados já está (ou estão próximos) dos níveis de dioxina que pode ocasionar efeitos maléficos sobre na saúde.
A melhor forma de controlar e prevenir a liberação da dioxina é por meio da incineração adequada de material hospitalar e doméstico. Já a melhor forma de prevenir a exposição a esta substância é por meio do controle de processos industriais para diminuir a presença de dioxina nos alimentos.


Disponível em: http://www.infoescola.com/compostos-quimicos/dioxina/ Acesso 01/04/2016


COMENTÁRIO


Bom, de acordo com a Infoescola a dioxina é realmente absorvida pelas plantas. Portanto, isso apoia a fala do professor Leonardo.
Recomendo o vídeo História da Coisas , que é um vídeo fantástico e que, dentre outros vários assuntos importantes, trata da utilização de produtos químicos tóxicos pelas indústrias. Clique na imagem abaixo e assista.

https://www.youtube.com/watch?v=xaglF9jhZLs


Ronaldo Guimarães Costa

terça-feira, 8 de março de 2016

segunda-feira, 7 de março de 2016

Inscrições para as formações do Laboratório de Aprendizagem da 6ª FEIRA DE CIÊNCIAS CULTURA & TECNOLOGIA

Olá  professores!
As inscrições para as formações do Laboratório de Aprendizagem da 6ª FEIRA DE CIÊNCIAS CULTURA & TECNOLOGIA já estão em curso. 
As inscrições podem ser feitas acessando o link abaixo:

http://intranet.educacao.pbh/formacao/abertas-inscri%C3%A7%C3%B5es-para-rede-de-forma%C3%A7%C3%A3o-2016-do-ensino-fundamental

Professores de qualquer disciplina e do 2º ciclo podem participar.
Para detalhes acesse o cronograma que está na parte debaixo da página inicial deste blog.

Ciências, Cultura & Tecnologia interagem em uma mesma reportagem.


Cérebro eletrônico



Texto Bárbara Stefanelli Design Denise Saito

Robótica já não é mais exclusividade das linhas de montagem das fábricas e cada vez mais os avanços da computação cognitiva fazem com que os autômatos tomem suas próprias decisões. Essas novas máquinas ampliam o conhecimento humano, mas ao mesmo tempo tornam desleal a competição no mercado de trabalho. Em um mundo em que cada vez mais os androides ganham vida própria, como fazer para tornar esses mecanismos aliados dos humanos?

E se este TAB fosse escrito por um robô? Softwares cada vez mais avançados estão produzindo notícias para publicações como "Los Angeles Times" e "Forbes". No caso do jornal californiano, três minutos após um terremoto a notícia sobre o abalo já estava no ar, revelando onde, quando e de qual magnitude havia sido o tremor. Ao final, a reportagem trazia sua fonte: "A informação é do Serviço de Notificação de Terremotos do Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA e este post foi criado por um algoritmo".

Esses textos ainda não passam de boletins que elencam dados sobre a bolsa de valores ou trazem o resultado de algum jogo, mas do jeito que caminham os avanços da chamada computação cognitiva, será possível a publicação, em breve, de extensas reportagens escritas por algoritmos. As novas máquinas aprendem sozinhas, são capazes de tomar decisões e estão invadindo ambientes nunca antes pensados para um robô, como a redação de um jornal. Já existem softwares que até escrevem poemas, histórias de ficção e criam músicas, provando que a mecanização não é mais exclusividade das linhas de montagem, habitualmente tomadas por trabalhos manuais e repetitivos. O software de inteligência artificial da empresa de Steve Jobs tem respostas e função programadas, diferentemente do Watson, computador cognitivo da IBM, que aprende de forma autônoma e, em 2016, irá interagir com os clientes que ligarem para o serviço de atendimento telefônico do banco Bradesco, por exemplo. Watson também já trabalha como médico e advogado.
Mais que um repositório de informação, ele começou a ser programado em 2006 e foi apresentado ao mundo em 2011, durante o "Jeopardy", popular programa de perguntas e respostas da TV americana. Para a ocasião, o supercomputador leu todo o conteúdo da Wikipédia e venceu dois antigos recordistas da atração, Ken Jennings e Brad Rutter. "Não tinha como cadastrar todas as questões possíveis de serem perguntadas no 'Jeopardy'. Então ele tinha que ser capaz de aprender sozinho e responder a qualquer pergunta que fosse feita", conta Fabio Scopeta, gerente do Laboratório de Software da IBM Brasil.
Complexos algoritmos e mecanismos à parte, o executivo explica que o sistema tem três características básicas: entender a linguagem natural, seja qual ela for; aprender de forma supervisionada ou autônoma e, finalmente, gerar hipóteses e relações. Ou seja, pensar. "Tem um humano indo lá e falando para ele o que é verdade sobre um tema, ingerindo informações, fazendo upload de livros, de pesquisas. Mas ele também aprende sozinho, por experiência", diz Scopeta. O Watson fica mais confiante quando recebe um feedback positivo do usuário, mas perde o rebolado quando alguém fala que a resposta que ele encontrou não foi boa.
Essas máquinas aprendem segundo regras muito próximas das que uma pessoa é submetida, conforme explica Alexandre Simões, professor de robótica e inteligência artificial da Unesp (Universidade Estadual Paulista). "Um ser humano aprende por reforço. Então se uma criança coloca a mão no fogo e sente dor, provavelmente não fará isso de novo. Mas se ela fez uma coisa boa e ganha um pirulito, repetirá a ação", afirma. Da mesma forma, uma máquina vai descobrindo o que é bom e ruim e, com o tempo, se aperfeiçoando.

Os frutos desses últimos avanços tecnológicos estão apenas começando a ser colhidos e a lista de benefícios é extensa. Mas como alerta Simões, "essas máquinas podem aprender a fazer coisas melhores do que nós e de formas diferentes, o que acaba gerando um impacto social e econômico". O desafio agora é definir a função dos humanos e dos robôs e administrar essa transição tecnológica, pois o último a sair nem precisará apagar a luz - já estará programada para desligar sozinha.

 

Robô ou escritor?

Você consegue diferenciar um texto feito por um humano daquele criado por um algoritmo?
Faça o teste a que você pode acessar através do link: http://tab.uol.com.br/robos/.






Disponível em: http://tab.uol.com.br/robos/ acesso em: 07 de março de 2016. Adaptado por Ronaldo Guimarães Costa


Acesse o link para ver a reportagem completa.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

# A 5ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA FOI UM SUCESSO!






Olá colegas!

É com grande alegria que agradeço a todos pelo esforço dispendido para com a 5ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA. Esforço este que culminou com o maravilhoso evento do dia 06 de novembro. Setenta e dois trabalhos apresentados. Mais de cinquenta escolas participantes. Muita criatividade, alunos e professores motivados e felizes, puderam mostrar suas ideias, seus trabalhos. Mesmo tendo um tema delineador, a sustentabilidade, a diversidade de temáticas abordadas foi ampla. Questões ambientais ligadas à geração de energia, geração de biocombustíveis, cultivo mais eficiente de plantas, estudos das chuvas e do ciclo da água, aproveitamento de materiais na produção de jogos, mobiliário, vasos de plantas, terrários, maquetes, aproveitamento de partes antes descartadas de alimentos, técnicas de irrigação, aproveitamento de água da chuva, a tecnologia ligada ao controle do uso de água nas residências, à robótica, além da sustentabilidade social, dentre outros, permearam nossa Feira. Enfim, quem visitou os nossos estandes ficou encantado. Agradeço a todos que se mobilizaram com tanto empenho pelos nossos alunos: professores, acompanhantes, direções, coordenações, monitores da escola integrada, dentre outros.
Muito obrigado a todos vocês.
Abaixo seguem fotos do evento. Não conseguimos, ainda, fotos de todos os estandes. Caso entrem aqui, e percebam que o estande da sua escola não foi contemplado entre as fotos abaixo e tiver fotos que retratem o seu trabalho na Feira envie para ronaldo.costa@pbh.gov.br. Assim, poderemos incluí-las nesta postagem e enriquecê-la.
Um forte abraço em todos (as).

OBS: para ver as demais fotos clique em mais informações
  
Foto: Alberto Cunha
Professor de História e membro da equipe GCPF - SMED

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Croqui da 5ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA

Atenção 
Caros colegas 
Abaixo segue a localização de cada escola em seus estandes. O desenho representa uma das quadras do espaço Poliesportivo do POEINT BARREIRO. Reta final! Conto com todos vocês para que a feira seja um sucesso.




 Grande abraço a todos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015




Caros (as) colegas. A Feira se aproxima. No dia 06 de novembro, estaremos no POEINT para celebrar e colher os frutos de muito trabalho.
A 5ª FCC&T faz parte do VIII Fórum de Educação Integral.
A Secretaria Municipal de Educação(SMED), por meio da Gerência de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania (GEDC), promove o VIII Fórum de Educação Integral que tem como objetivo proporcionar espaços, tempos e oportunidades de aprendizagens. Com a temática Áfricas na Cabeça, o fórum oportunizará discussões sobre as relações étnico-raciais e as tradições africanas em consonância com a Década da Afrodescendência da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura(Unesco) / Organização das Nações Unidas(ONU). Dessa forma, o Fórum configura-se como espaço de vivências e culminância do processo educativo desenvolvido nas escolas ao longo do ano de 2015.
O VIII Fórum de Educação Integral é composto pelas seguintes atividades:

 
 
Convido cada professor envolvido que repasse estas informações aos alunos para que os mesmos saibam a amplitude do evento que vão participar e da importante contribuição que todos vocês estão dando ao participar da Feira.

Um grande abraço a todos.












 Cartaz de divulgação do Fórum

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A família que produz 2.700 Kg de comida por ano em 370 m2


A família Dervaes vive há 15 minutos de Los Angeles em uma área suburbana. A casa com jardim incluso, mede aproximadamente 370 metros quadrados, onde a família planta e produz o seu próprio alimento.
Em um ano, essa família de muita disposição consegue produzir mais de 2.000 quilos de verduras, além de frutas de época, ovos de galinhas, entre outros tipos de alimentos. 

Desta forma, a família consegue ter uma verdadeira autossuficiência alimentar, mas não acaba aí. Sua produção é tão abundante que acaba por gerar uma renda de aproximadante 20.000 dólares.
Eles cultivam 400 variedades de frutas, verduras e flores comestíveis, aproveitando todo o espaço disponível que eles têm. Anualmente produzem mais de 2.000 kg de produtos hortícolas, 400 kg de carne de frango orgânico, mais de 450 ovos, 12 quilos de mel e frutas em abundância. Todos os produtos são orgânicos,considerados de excelente qualidade e com um preço de mercado.

 Todos os membros da família dão uma mão na horta. Para reduzir o consumo de energia e os custos da produção, eles decidiram instalar painéis fotovoltaicos, assim, os implementos agrícolas que exigem eletricidade, são alimentados com energia limpa. 
Graças às suas colheitas, esta família come somente alimentos de estação, ou seja, produtos sazonais. 
A venda dos produtos é direta e eles servem principalmente os restaurantes locais.
O dinheiro recebido pela venda permite que a família compre os alimentos que eles não podem produzir em sua própria residência. É um exemplo muito interessante que mostra como com boa vontade e com a ajuda de toda a família, é ainda possível produzir o seu próprio alimento.
Se você quiser seguir o caminho rumo à autossuficiência, como faz esta família que começou há dez anos, você pode visitar o site Urban Homestead e a seguir a página deles no Facebook.

Disponível em: http://www.greenme.com.br/morar/horta-e-jardim/2306-familia-produz-2-700-kg-comida-por-ano-em-370-m2