quarta-feira, 20 de abril de 2016

Operações Intelectuais e Letramento Científico – um novo olhar sobre o ato de ensinar



O segundo encontro com os professores da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte referente à Feira de Ciências Cultura e Tecnologia (FCC&T), ocorrido nos dias 7, 8, 14 e 15 de abril, teve a presença do programa Tim Faz Ciência. A formadora Lilian Faversani trouxe para nossos docentes uma discussão pertinente sobre o letramento científico (O programa TIM Faz Ciência e os saberes disciplinares). Esta parceria da Secretaria de Educação, através da formação da FCC&T, com o Instituto TIM já tem três anos e nos traz ótimas experiências e abordagens que levam os nossos professores a perceber a educação sob outros pontos de vista envolventes.

O feed back dado pelos professores através da avaliação do encontro foi super positiva. Agora, esperamos que os professores utilizem estas novas abordagens em sua prática diária na escola.

Mais informações sobre o programa TIM FAZ CIÊNCIA você pode encontrar no site: www.timfazciencia.com.br.

Veja abaixo as fotos do encontro (clique nas fotos para ampliá-las):

Puc São Gabriel










Faculdade Kennedy







 Puc Barreiro







 SMED




quarta-feira, 13 de abril de 2016

Instrumento de avaliação para a 6ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA

Caros colegas
Seguem, nas imagens abaixo, os instrumentos de avaliação apresentados durante a formação e que servirão como critérios para avaliação dos projetos.
Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.




segunda-feira, 11 de abril de 2016

Feira do Conhecimento – Escola Municipal Jonas Barcellos Corrêa



  Fui convidado a participar, no dia 09 de abril, sábado último, pela professora Cinara (que frequenta as formações para a 6ª FEIRA DE CIÊNCIAS, CULTURA & TECNOLOGIA), de um evento na Escola Municipal Jonas Barcellos Corrêa, na regional Barreiro. A Feira do Conhecimento, cuja temática foi o Aedes aegypti. Um tema pertinente, um grande problema. Uma viagem maravilhosa propiciada pela criatividade de professores e alunos. Pude perceber um grande envolvimento de todos no processo. Uma escola que tem uma comunidade participante. Jogos criados no chão da escola e que abordavam claramente a temática proposta. A trilha do Aedes aegypti e o túnel do conhecimento. Apresentações musicais com letras que representavam paródias com ritmos variados como funk, rock e samba. Maquetes criativas ilustravam o problema e chamavam atenção para os cuidados para com a prevenção das doenças disseminadas por estes insetos. A escola fervilhou alegria com um número surpreendente de participantes. Esta alegria foi evidente nas feições e atitudes, desde a diretora até os alunos. O protagonismo dos estudantes foi evidente. Eles orientaram as pessoas nos jogos, ensinaram a fazer repelentes caseiros, explicaram seus trabalhos com desenvoltura, dançaram e, de quebra, visitaram as exposições dos colegas. As exposições eram repletas de produções dos estudantes, fruto de um envolvimento claro dos docentes.
Parabéns à direção e, é claro, à professora Cinara.
Muito obrigado pelo convite.

 


Preparativos para o evento.
O túnel do conhecimento.
A Geografia do Aedes aegypti.
Repelente caseiro.
 
Direção que veste a camisa.

Alunos ensinam alunos.


Dominó do Aedes aegypti


Trilha do Aedes aegypti. Alunos fantasiados de mosquito orientam jogadores. Diversão e aprendizado.
 



Foto com a professora Cinara. Parabéns colega!!!












sexta-feira, 1 de abril de 2016

REUTILIZAR OU NÃO GARRAFAS PET?



DIOXINA EM GARRAFAS DE PET? SAIBA MAIS

Qui, 01 de Dezembro de 2011 00:26
POR QUE A COCA-COLA ESTÁ VOLTANDO COM AS GARRAFAS DE VIDRO? DIOXINA CARCINOGÊNICA CAUSA ESPECIALMENTE CÂNCER DE MAMA.

Não congele a sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso provoca a liberação de dioxina do plástico. Edward Fujimoto, médico do Castle Hospital, foi entrevistado por um programa de TV, explicando este alerta de saúde. Ele é o gerente do Programa Bem Estar, que visa a promoção de Saúde do Hospital. Ele falou sobre a Dioxina e seu risco de saúde para nós. Ele mencionou que não devemos esquentar alimentos em vasilhames de plástico no forno de microondas. Isto é aplicável para alimentos que contém gordura. Ele mencionou que a combinação de gordura, alta temperatura e plástico libera a dioxina no alimento e, por fim, vai parar nas células do nosso corpo.
Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos. Ele recomenda o uso de refratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer alimentos. Você tem o mesmo resultado... sem as dioxinas.

Sopas Lámen que adicionam água quente ao invólucro de isopor, ou qualquer tipo de comida semi-pronta/congelada com invólucro plástico, próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas para outro tipo de vasilhame mencionado acima e aquecidas. Invólucro de papel não é ruim, mas não sabemos o que o papel pode conter, então, seria mais seguro usar refratário de vidro, pirex ou porcelana.

Vocês devem se lembrar quando alguns restaurantes fast-food Mac donalds trocaram o invólucro de isopor pelo de papel. O problema da Dioxina seria um dos motivos.

A COCA-COLA REBATE

Não há qualquer base científica que comprove ou que sugira que garrafas de PET venham a liberar dioxinas em presença de líquidos congelados.
Dioxinas são compostos produzidos a temperaturas extremamente elevadas, acima de 370º C. Elas não se formam à temperatura ambiente ou de congelamento.
O PET (polietileno tereftalato) usado na fabricação de garrafas de refrigerantes, mesmo quando incinerado, não forma dioxina.
Os produtos gerados da queima de uma embalagem PET são principalmente, água, dióxido de carbono – um gás encontrado na atmosfera que, também, é consequência de nossa própria respiração, além de traços de metano, etileno, acetaldeído e ácido tereftálico. Nenhuma destas substâncias é tóxica nos níveis liberados por uma garrafa de PET quando incinerada.
A maior parte das bebidas não alcoólicas, inclusive água, produzida no Brasil, se utilizam das embalagens de PET que contou com diversos estudos, pesquisas e normas antes de ser certificado como um plástico seguro para o uso e com ampla utilização em todo o mundo.
Os testes realizados nas embalagens de PET tanto pelos laboratórios de controle de todo o mundo como por laboratórios de pesquisa de universidades e de institutos atestam que não há migração de substâncias tóxicas como dioxinas e outras para os líquidos contidos nestas embalagens.
No Brasil, o Ministério da Saúde autoriza o PET para diversas aplicações de acondicionamento de alimentos e bebidas. As normas brasileiras seguem rígidos padrões internacionais as quais têm que ser respeitadas pelos produtores de embalagens.


Disponível em: http://cofemac.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3313&Itemid=9999. Acesso 01/04/2016


INFOESCOLA

As principais fontes de dioxina são os incineradores de lixo hospitalar e doméstico e as queimadas desregradas. Outras fontes englobam os processos industriais que utilizam cloro para produzir resina plástica PVC (polivinil cloreto), agrotóxicos e fábricas de celulose que usam o cloro para clarear a polpa para produzDisponível em: ir papel branco.
A alimentação representa a maior fonte de exposição dos humanos à dioxina, sendo a carne, os laticínios e os peixes os principais produtos alimentícios contaminados. Os animais terrestres absorvem a dioxina a partir do pasto que consomem, sendo estes contaminados pela dioxina encontrada na atmosfera ou pela mesma que se fixa nos solos e nas plantas. Desta forma, há o acúmulo desta substância na musculatura e órgãos dos animais que, posteriormente, são utilizados na alimentação humana.
Sabe-se que a dioxina pode ser carregada pelo vento por longas distâncias do local onde foram geradas. Estudos apontam que a população que vive no Ártico apresenta elevado nível de dioxina em seu organismo, mesmo estes indivíduos estando tão longe das principais fontes geradoras de dioxina.
Estudos evidenciam que a exposição à dioxina ocasiona diversos efeitos negativos sobre o organismo, como malformações fetais, câncer, diabetes, atraso do desenvolvimento mental, endometriose e anormalidades no sistema imunológico. Mais preocupante ainda é que um estudo recente apontou que a população de países industrializados já está (ou estão próximos) dos níveis de dioxina que pode ocasionar efeitos maléficos sobre na saúde.
A melhor forma de controlar e prevenir a liberação da dioxina é por meio da incineração adequada de material hospitalar e doméstico. Já a melhor forma de prevenir a exposição a esta substância é por meio do controle de processos industriais para diminuir a presença de dioxina nos alimentos.


Disponível em: http://www.infoescola.com/compostos-quimicos/dioxina/ Acesso 01/04/2016


COMENTÁRIO


Bom, de acordo com a Infoescola a dioxina é realmente absorvida pelas plantas. Portanto, isso apoia a fala do professor Leonardo.
Recomendo o vídeo História da Coisas , que é um vídeo fantástico e que, dentre outros vários assuntos importantes, trata da utilização de produtos químicos tóxicos pelas indústrias. Clique na imagem abaixo e assista.

https://www.youtube.com/watch?v=xaglF9jhZLs


Ronaldo Guimarães Costa